Seu plano de saúde aumentou? Veja se o reajuste foi abusivo.
Em 4 passos simples e em linguagem clara, descubra se a operadora cobrou de você dentro do permitido — ou se você tem direito à devolução.
Análise baseada em jurisprudência do STF, STJ e TJSP + normas da ANS.
Vamos começar pelo seu plano
Como você contratou? Não precisa saber detalhes técnicos.
Está confuso ou não tem todos os documentos em mãos?
Falar diretamente com um advogado pelo WhatsApp →de tetos da ANS verificados
do STF, STJ e TJSP na base
de reajuste analisados (anual, etário, sinistralidade e falso coletivo)
3 etapas simples
Você responde 4 perguntas
Sem termos jurídicos. Como você contratou, quando, o que aconteceu e quanto foi o aumento.
Nossa engine analisa
O sistema cruza seus dados com a tabela de tetos da ANS, faixas etárias da RN 63/2003, decisões do STJ/STF e identifica falso coletivo.
Você recebe o veredicto
Análise clara, com fundamentação jurídica, decisão paradigma e próximos passos. Tudo gratuito.
4 situações em uma única análise
Reajuste anual de plano individual
Comparação direta com o teto autorizado pela ANS para cada ano (2000–2026). Se a operadora cobrou acima, há base para questionar.
Reajuste por mudança de idade
Identifica se o aumento por faixa etária respeita os limites da RN 63/2003 e a vedação do STF (Tema 381) para quem completou 60 anos depois de 2004.
Reajuste por uso (sinistralidade)
Aplica os critérios do REsp 2.065.976/SP (Min. Nancy Andrighi) — a operadora deve apresentar extrato pormenorizado do uso do grupo.
"Falso coletivo"
Identifica planos contratados via CNPJ/MEI próprio com poucos beneficiários do mesmo núcleo familiar — o TJSP equipara a plano individual.
Antes de começar, tire suas dúvidas
Você não precisa entender de leis pra usar a calculadora. Mas se quiser entender o porquê das nossas perguntas, comece por aqui.